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- EDUCAÇÃO HOJE, EDUCAÇÃO ONTEM -

por Esther Cristina Pereira

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Às vezes me questiono sobre o que ganhamos e o que perdemos, tendo como referência o verdadeiro papel do professor.

É um questionar constante, pois vivemos uma perda de valores e referências do nosso verdadeiro papel.

Perdas levadas pelos anos, por meio das gerações diferentes advindas de um mundo novo, cheio de informações e más formações.

Perdas que hoje se alojam no papel do professor, que hoje é mãe, tia, avó, psicólogo, psicoterapeuta, médico e cuidador e, quem sabe, se der tempo, professor!

Como construir uma sociedade brasileira com capacidade cognitiva, pedagogicamente bem conceituada e estruturada com os valores sendo perdidos num dos papéis mais importantes da base da nossa sociedade?

Sim, o professor tem o papel mais importante na base da nossa sociedade. É ele quem dá o conhecimento prático e pedagógico a todos os brasileiros.

Como resgatar isso de maneira não agressiva, não imposta? Como?

O verdadeiro professor está perdendo o seu referencial, pois é machucado pelo aluno que fala que paga para ser ensinado, pela mídia que não valoriza o seu papel.

Aliás, no Dia do Professor alguma floricultura põe faixa avisando desta tão importante data? Sem desmerecer, o Dia da Secretária tem faixa na floricultura, mas ela não seria secretária sem passar por um professor.

Aliás, muitas pessoas que conheço pessoalmente não valorizam o professor. Dizem que são como peões de fábrica...

Quando este ser humano será verdadeiramente lembrado? Verdadeiramente será analisado e percebido? Sobrou tudo para ele. Sobrou educar uma sociedade perdida sem referência, sem padrão de conduta, sem educação.

Verdadeiramente sobrou para o professor educar pais mal educados, crianças mal educadas por terem sido educados por pais sem educação. O que sobrou para o professor?

Mas na educação de ontem tudo era diferente. O professor era visto como alguém de valor, feito padre e prefeito. Este trio tinha o poder perante a sociedade, era quem media as atitudes da sociedade.

Pelo visto ficamos apenas com o prefeito, afinal, ele é político e tudo pode, pois o padre e o professor perderam a referência dos seus papéis.

Quem sabe alguém um dia reconheça que da infância - da época em que nada sabíamos - até a vida adulta - onde sabemos muito – tivemos vários professores. E foram eles os responsáveis por essas mudanças.

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Esther Cristina Pereira

Psicopedagoga

cris@escolaatuacao.com.br 




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