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- EUCLIDES da CUNHA -

por Alex Ornold


20 de janeiro de 1866 - 15 de agosto de 1909
O fluminense Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha, nasceu na Fazenda Saudade, município de Cantagalo, RJ, no dia 20 de janeiro de 1866. Sendo um intelectual de múltiplos talentos: Escritor, ensaísta, professor, sociólogo, engenheiro militar, historiador e repórter jornalístico do Estadão - jornal O Estado de São Paulo -. Tendo se tornado famoso internacionalmente por sua obra-prima, lançada em 1902, “Os Sertões”, que retrata a Guerra dos Canudos.

Em Canudos, logo percebeu que a guerra tinha como razões aparentes o fanatismo religioso, o messianismo e o sebastianismo sertanejos. Suas razões profundas eram o latifúndio, o coronelismo, a servidão, o isolamento cultural e a dureza do meio.

Órfão de mãe desde os três anos de idade, foi educado pelas tias. Frequentou conceituados colégios fluminenses e, quando precisou prosseguir seus estudos, ingressou na Escola Politécnica e, um ano depois, na Escola Militar da Praia Vermelha.

Contagiado pelo ardor republicano dos cadetes e de Benjamin Constant, professor da Escola Militar, atirou durante revista às tropas sua espada aos pés do Ministro da Guerra Tomás Coelho. Euclides foi submetido ao Conselho de Disciplina e, em 1888, saiu do Exército.
Proclamada a República, foi reintegrado ao Exército com promoção. Ingressou na Escola Superior de Guerra e conseguiu ser primeiro-tenente e bacharel em Matemáticas, Ciências Físicas e Naturais. 

No ano de sua morte, inscreve-se no concurso de lógica no Colégio Nacional, hoje Colégio Pedro II, com outros quatorze candidatos, ficando Farias Brito em primeiro lugar e Euclides da Cunha em segundo. A legislação da época facultava o Presidente da Repúlica escolher entre os dois primeiros colocados, e Euclides é nomeado professor. Ministrou a primeira aula em 21 de julho.

"A Tragédia da Piedade"

Na manhã de 15 de agosto, aos 42 anos. Euclides vai armado ao subúrbio carioca da Piedade, na residência de Dilermando de Assis, ao saber que sua esposa, Ana Emília Ribeiro, filha do major Frederico Solon de Sampaio Ribeiro, um dos líderes da República, mais conhecida como Ana de Assis, o abandonara pelo jovem tenente Dilermando, que aparentemente já tinha sido ou era seu amante há tempos - e a quem Euclides atribuía a paternidade de um dos filhos de Ana, "a espiga de milho no meio do cafezal" (querendo dizer que era o único louro numa família de tez morena).

Dilermando era campeão de tiro e matou-o. Tudo indica que o matou num conflito passional, tanto que foi absolvido na Justiça Militar. Ana, por sua vez, casou-se com ele.

O corpo é velado no Salão da Academia Brasileira de Letras - ABL - no Silogeu Brasileiro e é sepultado na sepultura 3026 no Cemitério São João Batista.

O corpo de Euclides foi examinado pelo médico e escritor Afrânio Peixoto, que também assinou o laudo e viria mais tarde a ocupar a sua cadeira na ABL. 

Marco

"Os Sertões", é um marco na literatura do Brasil. Não menos importante é também sua outra obra "À Margem da História" publicado meses depois de sua morte. Nessa obra inclui os melhores textos que já foram escritos sobre o País e a Amazônia.

Fontes

- - - www.euclidesdacunha.org.br - - - G1 - - - www.estadao.com.br - - -

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Homenagem de Patrick

O cartunista e chargista, Patrick Ramos da Silva, ex-aluno do colégio público Nestor Victor dos Santos, do município de São Miguel do Iguaçu - PR - deixa sua homenagem ao Centenário da morte de Euclides da Cunha com o cartum do autor.

O desenho encontra-se exposto na Biblioteca Monteiro Lobato (BML), do colégio Nestor. Além desta homenagem, Silva, faz outros desenhos para a BML, a exemplo o cartum dos Leitores destaques.

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