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- BARTOLOMEU NOTÍCIAS -

por Alex Ornold

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Dezesseis Estados não têm Plano de Educação -

- Físico Brasileiro recebe prêmio Benzelius -

- Brasileiro Nicolelis recebe nova distinção dos NIH -

- Pulserinhas do Sexo -



- Dezesseis Estados não têm Plano de Educação -

Por O Estado de S. Paulo - 01/12/2010

Dos 26 Estados brasileiros mais o Distrito Federal, 16 não têm plano estadual de educação, que é previsto por lei. Isso significa que eles não apresentam um conjunto de metas que direcionem as políticas públicas na área por até uma década, o que, segundo especialistas, pode dificultar investimentos para a solução de problemas estruturais.

O levantamento, realizado pelo Observatório da Educação, da organização não governamental Ação Educativa, mostra que Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe não têm planos consolidados como lei e aprovados pelas respectivas assembleias.

De acordo com a lei que cria o Plano Nacional de Educação (PNE), de 2001, todos os Estados devem elaborar seus planos com base no federal. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, também prevê a criação de planejamentos estaduais na área.

Alguns dos Estados que não têm planos apresentam documentos internos de metas ou conjuntos de diretrizes, mas que não foram transformados em lei. É o caso do Acre, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo e Sergipe. Já o Amapá realizou, em abril, uma conferência para elaborar as diretrizes, que serão enviadas para aprovação. O Maranhão afirma ter finalizado seu plano em 2008, mas a troca de governo atrapalhou o encaminhamento.

Para a atual presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e secretária estadual do Acre, Maria Corrêa da Silva, o fato de um Estado não ter aprovado um plano não significa que ele não tenha planejamento. "Há toda uma lógica de discussão, tramitação que atrapalha. Certamente cada Estado tem seu plano e razões específicas para não terem aprovado." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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- Físico Brasileiro recebe prêmio Benzelius -

Por Planeta Universitário - 05/10/2010

O físico brasileiro Carlos Moysés Graça Araújo é um dos ganhadores da edição de 2010 do prêmio Benzelius, concedido pela Sociedade Real de Ciências de Uppsala (Kungl. Vetenskapssocieteten i Uppsala), a mais antiga das academias de ciência da Suécia. A distinção foi concedida pelo “destacado trabalho em física de materiais, em particular no desenvolvimento de materiais para armazenamento de hidrogênio”. Araújo recebeu o prêmio de 20 mil coroas suecas, o equivalente a R$ 5 mil, em cerimônia no dia 31 de agosto. As pesquisas desenvolvidas por Araújo estão relacionados com problemas de conversão e armazenamento de energias renováveis a partir do hidrogênio.

“O trabalho deu contribuições em diferentes partes desses processos explicando mecanismos de reação química, transporte de íons em sólidos e transições de fase. Propomos novos materiais com propriedades mais adequadas para essas aplicações”, disse à Agência FAPESP .

Araújo é pesquisador do Departamento de Física e Astronomia da Universidade de Uppsala. No fim de 2009, recebeu o Prêmio Angstrom por trabalhos desenvolvidos na universidade sueca. E, no ano anterior, recebeu o prêmio Bjurzons de melhor tese de doutorado.

De acordo com Antonio Ferreira da Silva, do Instituto de Física da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e orientador de Araújo no mestrado, os trabalhos desenvolvidos estão relacionados com problemas de conversão e armazenamento de energias renováveis.

“Todos os estudos estão baseados em cálculos e requerem a solução de uma variedade de problemas em escala atômica. A ideia central é utilizar o hidrogênio como um novo combustível para aplicações em automóveis substituindo os combustíveis fósseis”, disse Ferreira.

Segundo Ferreira, a nova “economia do hidrogênio” é composta de três partes. “Primeiro envolve a produção, armazenamento e utilização em células para combustível. O hidrogênio em gás pode ser produzido por meio da fotodissociação das moléculas de água utilizando catalisadores e luz solar”, disse.

Na segunda etapa, o hidrogênio é armazenado na rede cristalina de metais leves para que possa ser transportado facilmente. Por fim, reage com oxigênio nas células a combustível formando novamente água e transformando a energia química em energia elétrica.

Atualmente, Araújo também é colaborador do Grupo de Física Básica e Aplicada em Materiais Semicondutores do Laboratório de Propriedades Ópticas da UFBA, que é coordenado pelos professores Ferreira e Iuri Muniz Pepe.

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- Brasileiro Nicolelis recebe nova distinção dos NIH -

Por Agência FAPESP - 01/10/2010

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, codiretor do Centro de Neuroengenharia da Universidade Duke, nos Estados Unidos, foi distinguido novamente pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH).

Nicolelis foi anunciado no dia 30 de setembro de 2010 como um dos escolhidos para receber o NIH Director’s Transformative R01 Award em 2010, que concederá cerca de US$ 4 milhões para aplicação no desenvolvimento de uma nova terapia para o mal de Parkinson.

Segundo o NIH, a pesquisa, que vem sendo conduzida há alguns anos, é “arrojada, criativa e de alto impacto”. Há apenas dois meses, Nicolelis foi um dos contemplados do Director’s Pioneer Award, outro programa de apoio a pesquisas dos NIH. O auxílio consiste em US$ 2,5 milhões para investir em estudos com interface cérebro-máquina, área em que o cientista é um dos maiores expoentes no mundo.

Nicolelis é o primeiro cientista a receber no mesmo ano o Director’s Pioneer Award e o Director’s Transformative R01 Award.

O novo apoio permitirá que Nicolelis continue seu trabalho inovador no desenvolvimento de um novo método de estimulação, que se constitui a primeira terapia potencial que tem como alvo a medula espinhal, e não o cérebro, podendo resultar em abordagem eficiente e menos invasiva para o tratamento de Parkinson.

O cientista pretende usar os recursos para viabilizar o desenvolvimento de próteses para melhorar as habilidades motoras debilitadas em estágios avançados da doença.

O objetivo é que os dispositivos estimulem eletricamente a medula. O grupo de Nicolelis obteve sucesso ao devolver movimentos normais em camundongos com capacidade motora interrompida poucos segundos após o dispositivo ser ligado.

“As opções de tratamento atuais para a doença de Parkinson estão frequentemente associadas com efeitos colaterais, costumam perder a eficácia com o tempo ou são invasivas e usadas como última opção. O estímulo da espinha dorsal é fácil de ser feito, significativamente menos invasivo e tem o potencial de uso generalizado em conjunto com medicamentos tipicamente usados no tratamento de Parkinson”, disse Nicolelis.

O pesquisador estuda há mais de 20 anos os princípios neurofisiológicos básicos que permitem que circuitos neurais no cérebro de mamíferos produzam comportamentos sensoriais, motores e cognitivos. Tem desenvolvido abordagens experimentais e inovadoras que combinam enfoques computacionais, genéticos, eletrofisiológicos, farmacológicos e comportamentais.

O conhecimento resultante tem possibilitado a evolução da tecnologia cérebro-máquina, um campo revolucionário no qual Nicolelis é pioneiro, em uma ampla variedade de terapias clínicas.

Por meio da tecnologia cérebro-máquina, o grupo do brasileiro tem demonstrado que humanos e outros primatas podem usar efetivamente a atividade elétrica derivada de seus cérebros para controlar diretamente o movimento de dispositivos artificiais e complexos, como próteses e ferramentas computacionais.

Nicolelis graduou-se em medicina pela Universidade de São Paulo (1984), onde fez o doutorado em ciências-fisiologia geral (1989), com Bolsa da FAPESP. É também professor do Instituto Cérebro e Mente da Escola Politécnica Federal de Lausanne e fundador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS).

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- Pulserinhas do Sexo -



Estudo inédito realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, na Casa do Adolescente de Heliópolis, aponta que 90% das adolescentes entre 10 e 14 anos já usaram as chamadas “pulseirinhas do sexo”. Entre os meninos nessa faixa etária, 54,8% já usaram. Entre os adolescentes de 15 a 19 anos, 38% das meninas e apenas 8,5% dos meninos disseram que usam ou já usaram as pulseiras. Já entre os jovens de 20 a 24 anos ninguém usou entre os meninos e somente 1% das meninas já usaram o objeto.

A pesquisa ouviu 174 adolescentes e jovens entre 10 e 24 anos de idade entre os meses de abril e maio de 2010. Desse total, apenas 5,7% nunca tinham ouvido falar das pulseiras, e 54,2% disseram já terem usado pelo menos uma vez. Entretanto, 89% dos que já utilizaram as pulseiras informaram que deixaram de usá-las, geralmente após saber o significado ou em razão das confusões e equívocos em torno das pulseiras.

Comum entre os jovens na Europa, os acessórios chegaram ao Brasil e logo viraram moda. Usados em forma de jogo de conotação sexual, vêm causando polêmica em todo o país. A “brincadeira” funciona quando alguém arrebenta uma pulseira de outra pessoa. Cada cor contém um significado, que varia de carinho até ato sexual. Quem teve o adereço arrebentado tem a “obrigação” de cumprir a tarefa correspondente. Alguns casos de estupro devido ao uso das pulseiras assustaram pais, educadores e adolescentes. Por isso, a medida tomada em algumas cidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina foi a criação de projetos de Lei que proíbem os acessórios. No Paraná, municípios como Curitiba, Maringá e Londrina também aderiram à proibição.





Confira os significados das cores das pulseiras:

Amarela – abraço
Rosa – mostrar o peito
Laranja – dentadinha de amor
Roxa – beijo com a língua, talvez sexo
Vermelha – dança erótica
Verde – chupões no pescoço
Branca – a menina escolhe o que quer
Azul – sexo oral a ser praticado pela menina
Preta – fazer sexo com quem arrancar a pulseira
Dourado – fazer todos os citados acima

Em Londrina, garota de 13 anos é estuprada depois de ter pulseira da cor preta arrebentada. 
 


Em Curitiba o prefeito Luciano Ducci sancionou a lei que proíbe a comercialização ou distribuição a menores de 18 anos das chamadas "pulseiras do sexo". A lei proíbe também o uso delas nas escolas públicas e privadas.

O projeto prevê restrição a todo tipo de acessório ou complemento que incorpore o atributo de apologia ou conotação sexual ou à violência. "É uma medida que visa à proteção da integridade física e moral dos adolescentes", afirma o prefeito.

Em Londrina, após estupro de uma adolescente por colegas em decorrência do jogo, levou à proibição do comércio das pulseiras na cidade. Outras cidades, como Maringá, Rio de Janeiro, Manaus e Campo Grande também proibiram a pulseira.

Quem não cumprir as normas estará sujeito à notificação por escrito, para que cesse imediatamente a comercialização ou distribuição. Se isso não ocorrer, será imposta multa de R$ 500 a R$ 10 mil, proporcional à capacidade econômica do infrator, e, em caso de reincidência, o valor aplicado em dobro e até cassação do alvará.



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